Cinépolis lança combo exclusivo da Turma da Mônica



A rede Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, inicia no dia 18 de outubro a venda do combo promocional da “Turma da Mônica” com uma caixinha exclusiva acompanhada por um agarradinho da turminha.
 
O combo é composto por uma bebida, que pode ser refrigerante ou suco, uma pipoca pequena na caixinha da promoção “Turma da Mônica” e um agarradinho – ao todo, são seis personagens: Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Bidu e Sansão. A promoção vai até o dia 31 de dezembro, ou enquanto durarem os estoques.




A promoção não é cumulativa e não é válida em conjunto com outras promoções e benefícios.
 
 
Sobre a Cinépolis Brasil 
A Cinépolis é a maior operadora de cinemas da América Latina e segunda maior do mundo em ingressos vendidos, com um total de 607 cinemas, opera mais de 5.018 salas, 100% digitais, em treze países.
 
Desde sua chegada ao Brasil em 2010, é a rede com maior crescimento no mercado. Atualmente, opera 51 cinemas em todo o Brasil com 388 salas, com marcas destaque como Macro XE, IMAX e Junior. A Cinépolis é a maior operadora de salas VIP no mundo e no Brasil foi a pioneira na implantação da tecnologia 4DX – salas com poltronas com movimentos e instalações para gerar mais de 20 efeitos especiais sincronizados com o filme.
 
Em 2018, pela terceira vez, o Cinépolis JK Iguatemi foi eleito pelo Guia da Folha como o melhor cinema da cidade de São Paulo (2015, 2017 e 2018) e sua sala IMAX foi apontada como a melhor sala individual do circuito.  Em 2017 e 2016, a rede Cinépolis ficou em 1º lugar no “Prêmio Estadão Melhores Serviços”, na categoria redes de cinema.
 
A constante inovação e o bom desempenho tem sido reconhecidos com diversos prêmios, dentre eles: Melhor Exibidor por quatro anos consecutivos (2011, 2012, 2013 e 2014), concedido no Prêmio ED (Exibição & Distribuição), realizado pelo Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado de São Paulo.
 
Mais informações, acesse: http://www.cinepolis.com.br
 
Siga-nos nas redes sociais ;)
Facebook: https://www.facebook.com/cinepolisbrasil/
Twitter: https://twitter.com/cinepolisbr
asil
Instagram: @cinepolisbrasil 

Cena de “O Doutrinador” traz perseguição ao anti-herói brasileiro


Vídeo que acaba de ser divulgado mostra o anti-herói brasileiro, conhecido como “O Doutrinador” em fuga. Surpreendido quando estava prestes a alcançar mais um alvo, o vigilante que caça corruptos tem de correr para não ser pego pelo policial federal Edu (Samuel de Assis). Altamente preparados para situações de enfrentamento, os dois protagonizam uma das cenas de ação do longa que estreia em 1º de novembro. Confira:

O personagem das HQs, criado por Luciano Cunha, é interpretado por Kiko Pissolato. No elenco também estão Eduardo Moscovis, Natália Lage, Helena Ranaldi, Carlos Betão e Tuca Andrada, entre outros.
Além do longa, que chega em 1º de novembro aos cinemas brasileiros, “O Doutrinador” será transformado em uma série de TV, exibida pelo canal Space em 2019. Com direção de Gustavo Bonafé e codireção de Fábio Mendonça, o filme e a série foram criados por Cunha e Gabriel Wainer, que também participaram das mesas de roteiro, assinado por Mirna Nogueira, LG Bayão, Rodrigo Lages, Denis Nielsen e Guilherme Siman. A produção é da Paris Entretenimento e a distribuição da Downtown/Paris Filmes.
Sinopse
“O Doutrinador” é um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.
Ficha Técnica
Direção: Gustavo Bonafé
Roteiro: Mirna Nogueira, LG Bayão, Rodrigo Lages, Denis Nielsen, Guilherme Siman, Gabriel Wainer e Luciano Cunha
Produção: Marcio Fraccaroli, Sandi Adamiu, Bruno Wainer
Produção Executiva: Renata Rezende
Direção de Fotografia: Rodrigo Carvalho
Produtora de elenco: Renata Kalman
Diretor de Arte: Marghe Pennacchi
Figurinista: Flavia Lhacer
Montador: Federico Brioni e Sabrina Wilkins
Elenco
Kiko Pissolato (Miguel)
Samuel de Assis (Edu)
Tainá Medina (Nina)
Marília Gabriela (Ministra Marta Regina)
Eduardo Moscovis (Sandro Correa)
Helena Ranaldi (Julia Machado)
Natália Lage (Isabela)
Natallia Rodrigues (Penélope)
Tuca Andrada (Delegado Siqueira)
Gustavo Vaz (Anterinho)
Carlos Betão (Antero Gomes)
Nicolas Trevijano (Diogo)
Eduardo Chagas (Oliveira)

(Crítica) Nasce uma Estrela




Por Beto Menezes, do Cinema em Série

Clássico americano que volta ao cinema pela quarta vez, Nasce uma Estrela (A Star is Born) se mostra tanto como o projeto ideal para Bradley Cooper iniciar sua carreira como diretor quanto para Lady Gaga mostrar uma nova vertente do seu talento como a jovem desconhecida que é alçada ao estrelato musical. E ambos conseguem atingir seu objetivo e tornar essa versão bastante apropriada para a nova geração e agrada como homenagem aos originais.

No filme conhecemos o astro Jackson Maine (Cooper), cantor que um dia brilhou como a estrela que já foi e agora vê sua carreira apagando aos poucos na solidão. Ao sair de um show ele para em um bar e conhece Ally (Gaga), jovem que vive de um trabalho pequeno e canta nesse bar onde coincidentemente Maine está. Após uma noite de bate papo o cantor vê na jovem a inspiração dos dias de sucesso e a leva rumo ao estrelato onde, graças à fama recém adquirida dela, ambos veêm o seu recente relacionamento passar por uma tremenda montanha russa de emoções.


Diferente do que o trailer se apresenta (ou que me deu a impressão, pelo menos) Nasce uma Estrela se trata muito mais de um drama sobre o lado complicado da fama do que um musical. O filme se apóia no drama que os dois estão passando, com um peso muito maior na carga emocional de Maine. Cooper presta uma boa homenagem às versões anteriores, e tenta imprimir um ar nostálgico mas ao mesmo tempo dar modernidade ao filme, as cenas de show são bastante empolgantes e bem filmadas, mas a música aqui atua muito mais como um instrumento da passagem de tempo, para mostrar a evolução de Ally e o fracasso de Maine. Mas a música ainda assim tem papel importante na história do casal.
Se Cooper cumpre seu papel muito bem tanto na frente quanto atrás das telas, Gaga surpreende atuando tanto deslumbre da vida que Ally adquire quanto no drama da mulher apaixonada pelo astro musical. Ela dá bastante sensibilidade e força à personagem e não é nada diminuída ao lado de Cooper. Muito pelo contrário, ambos combinam muito bem em tela, tanto na parceria musical quanto nas cenas mais dramáticas. Destaques também para Sam Elliott como o irmão/empresário de Maine, ambos tem cenas emocionais bem fortes e tocantes.

Mesmo com uma duração um pouco mais longa que o necessário o humor é bem pontual, personagens são fortes e as músicas originais ajudam a contar a história, Nasce uma Estrela é um filme completo que mesmo com um final que muitos podem achar previsível, conta com uma direção competente e astros que engrandecem a trama. E em se tratando de remakes, isso diz muita coisa.
Trailer:



https://www.cinemaemserie.com.br/filmes/resenha-nasce-uma-estrela/

42ª Mostra de SP anuncia filmes selecionados



A 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo anunciou os filmes selecionados para este ano. O evento, que acontece entre os dias 18 e 31 de outubro, vai exibir mais de 300 títulos de variados países e diversas cinematografias. Os longas serão apresentados em mais de 30 espaços, entre cinemas, espaços culturais e museus espalhados pela capital paulista, incluindo exibições gratuitas e ao ar livre, e também em Campinas. 

A 42ª Mostra vai exibir os longas que ganharam os prêmios de melhor filme nos grandes festivais estrangeiros deste ano: o mexicano Roma, de Alfonso Cuáron, que faturou o Leão de Ouro no Festival de Veneza e encerra a programação no dia 31; o cingapuriano Uma Terra Imaginada, de Siew Hua Yeo, que recebeuo Leopardo de Ouro no Festival de Locarno; e o romeno Não Me Toque, vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim. O japonês Hirokazu Kore-eda será homenageado com o Prêmio Humanidade.

O trabalho mais recente do diretor, Assunto de Família, que recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, integra a programação. Integram a programação o longa vencedor de melhor roteiro no Festival de Cannes, 3 Faces, do cineasta iraniano Jafar Panahi, que receberá o Prêmio Leon Cakoff desta edição; e A Caixa de Pandora (Die Büchse der Pandora, 1929), longa alemão dirigido por Georg Wilhelm Pabst, será projetado na área externa do Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer com acompanhamento da Orquestra Jazz Sinfônica; além da exibição do inédito A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier, a Mostra revisita a obra do diretor com sessões de outros três longas: Ondas do Destino, Europa e Elemento de um Crime. 

A 42ª Mostra ainda vai apresentar os mais recentes filmes do cineasta israelense Amos Gitai — a ficção Uma Carta para um Amigo em Gaza e o documentário Um Trem em Jerusalém —, além do média-metragem A Casa (1980), em sessão especial. Outro Prêmio Humanidade será concedido a Drauzio Varella antes da exibição da cópia restaurada de Pixote – A Lei do Mais Fraco. A projeção do curta Conversa com Ele, de Bárbara Paz, antecede a sessão. Drauzio também participa da mesa Da Vida à Palavra; Da Palavra à Imagem, no II Fórum Mostra. 

A 42ª Mostra homenageia ainda o centenário do líder sul-africano Nelson Mandela com a exibição de quatro títulos, entre eles o inédito O Estado Contra Mandela e os Outros, de Gilles Porte e Nicolas Champeaux, que integrou a seleção do Festival de Cannes.

A tradicional programação apresentada no Vão Livre do Masp incluirá títulos como As Canções, de Eduardo CoutinhoÓpera do Malandro, de Ruy Guerra, e Invictus, de Clint Eastwood, que será exibido em homenagem ao centenário de Nelson Mandela. Os 20 anos de Central do Brasil, dirigido por Walter Salles e protagonizado por Fernanda Montenegro, serão comemorados com a exibição inédita no país da cópia restaurada do filme, com a presença do diretor e elenco principal. Também ganham sessão especial a cópia restaurada de O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, e o longa O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl, que comemoram 50 anos de lançamento, além de Feliz Ano Velho, que completa 30 anos e tem direção de Roberto Gervitz.
Entre as cerca de 30 obras latinas, a 42ª. Mostra destaca dois títulos de Fernando Solanas, premiado cineasta argentino que estará presente durante o evento: La Hora de Los Hornos e o inédito Viaje A Los Pueblos Fumigados.
A cópia restaurada da série alemã Oito Horas Não São Um Dia, de Rainer Werner Fassbinder, marca as sessões de obras que retratam o pensamento de Karl Marx (1818-1883), cujo bicentenário é comemorado neste ano pela 42ª Mostra e pelo Instituto Goethe. Também serão exibidos filmes como Trabalhos Ocasionais de uma Escrava, de Alexander Kluge, e Marx Reloaded, de Jason Barker.
Os 30 anos do lançamento no Brasil do premiado Asas do Desejo, de Wim Wenders, serão comemorados com uma exibição da cópia restaurada do longa.
Nesta edição, o Prêmio Petrobras de Cinema vai apoiar a distribuição de dois longas brasileiros, com R$ 100 mil para o melhor documentário e R$ 200 mil para a melhor ficção, que serão escolhidos pelo público.



(Crítica) Venom



Venom, um dos maiores vilões do Homem-Aranha ganha seu primeiro filme, que acaba de chegar aos cinemas. Produzido pela Sony que está apostando nesse universo do aracnídeo, depois de firmar parceria com a Disney/Marvel, o filme adiciona elementos de terror e um temperamento mais sombrio do personagem.

Baseado no hq, o longa divide opiniões e está sendo massacrado pela crítica,
mas se não quiser ver no cinema por causa disso, aconselho assistir e tirar sua própria conclusão. Há cenas divertidas, ótima química entre protagonista e simbionte, porém, há algumas falhas que atrapalham no resultado final.



A trama começa com a explosão de um foguete que traz os simbiontes para o Instituto Vida, comandado por Carlton Drake, um sujeito sem caráter que usa pessoas como cobaias em experimentos perigosos e mortais. Os simbiontes devem se fundir com um hospedeiro humano perfeitamente compatível para sobreviverem, caso contrário, o corpo os rejeita, matando o hospedeiro e também o simbionte. Eddie Brock (Tom Hardy) um jornalista investigativo começa a sondar essas artimanhas. Ele desconfia que exista algo de muito errado nesse instituto, e quando defronta e acusa Drake, toda sua vida começa a desmoronar. Eddie é invadido pelo parasita alienígena que toma conta de sua mente, de seu corpo e de sua vida.

Dirigido por Ruben Fleischer, o longa mostra a origem do personagem ainda sem ter a relação fundamental com o Homem-Aranha. Há boas cenas de ação cheias de adrenalina, que prendem a atenção.  Os efeitos especiais destacam bem a caracterização do Venom, e a boa química entre Eddie e simbionte valem cenas divertidas e descontraídas. A trilha sonora fica por conta de Eminem com a canção “Venom (Music from the Motion Picture)”.



Talvez o principal problema do filme seja a falta de sintonia no roteiro. O resultado é uma mistura confusa que não temos certeza se o filme é cômico ou se é para ser levado a sério. 

Tom Hardy tem excelente atuação durante todo o filme e Michelle Williams que vive Anne, namorada de Eddie, não consegue se destacar, apesar de ser ótima atriz.

Se um fã que conhece bem toda a história do hq e for prestar atenção minuciosamente em todo o filme, pode sair frustrado da sala de cinema, pois há alguns problemas  no ritmo. Venom serve mais para passar o tempo e se divertir, para ser visto com olhar mais superficial.

Lembrando que há duas cenas pós-créditos.



Trailer:

Renato Góes e Ícaro Silva imitam rappers internacionais em cena de ‘Legalize Já – Amizade Nunca Morre


“Lembra? Ying Yang, bicho. Um maluco fica no fluxo de cima e outro maluco no fluxo de baixo. Você fica na atitude e eu chego aqui por cima. A ave do desespero. A ave de rapina”, compara Skunk, personagem de Ícaro Silva, mostrando a dualidade da relação dele com o amigo Marcelo, interpretado por Renato Góes, em cena do filme “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”:


Skunk é um rapaz engajado musical e politicamente, que busca se sustentar de música. Por outro lado, Marcelo é desacreditado com o seu próprio futuro. O longa-metragem aborda a amizade dos dois até a fundação do Planet Hemp. Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, a trama concorre no Festival MIMO de Cinema 2018, e estreia no dia 18 de outubro.

Além dos protagonistas, o elenco tem nomes como Stepan Nercessian, Rafaela Mandelli, Ernesto Alterio, Marina Provenzzano, Shirley Cruz e Paulete Maldonado. O projeto conta com o apoio de Marcelo D2 desde o início. Ele, inclusive, assina o argumento do filme junto do diretor Johnny Araújo e é um dos responsáveis pela trilha sonora.

A produção já conquistou o prêmio de Melhor Ficção Nacional Segundo o Público na 41ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e também Melhor Longa-metragem pelo Júri Popular e Melhor Roteiro no 12º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, além de ter participado do Festival do Rio de 2017. Com roteiro de Felipe Braga, o drama tem produção da Academia de Filmes, distribuição da RioFilme e Imagem Filmes e coprodução do Telecine e da RioFilme.

Este filme foi realizado com recursos da SABESP - Programa de Fomento ao Cinema Paulista - e do Programa de Apoio à Cultura - Lei Estadual 12.268/06 - da Secretaria do Estado da Cultura e do Governo do Estado de São Paulo e com o apoio da Ancine – Prêmio Adicional de renda 2008.


SINOPSE
Como o encontro entre dois jovens que vendiam camisetas e fitas cassete no centro do Rio de Janeiro para se sustentar pôde dar origem a uma das bandas mais populares do Brasil na década de 1990? O filme narra esse momento transformador na vida de Marcelo - futuramente, conhecido como Marcelo D2 - e Skunk, que culminou na formação do Planet Hemp. Reprimidos por uma sociedade preconceituosa, os dois fizeram da música um grito de alerta e de resistência, conquistando corações e mentes de toda uma geração.

ELENCO
Renato Góes – Marcelo
Ícaro Silva – Skunk
Ernesto Alterio - Brennand
Marina Provenzzano – Sônia
Stepan Nercessian – Dark (Pai de Marcelo)
Rafaela Mandelli – Suzanna
Shirley Cruz – Marli

FICHA TÉCNICA
Direção: Johnny Araújo e Gustavo Bonafé 
Roteiro: Felipe Braga
Produção: Academia de Filmes
Produtor: Paulo Roberto Schmidt
Fotografia: Pedro Cardillo
Montagem: Marcelo Junqueira
Trilha Sonora: Mauro Berman, Lourenço Monteiro e Marcelo D2
Distribuição: RioFilme e Imagem Filmes

X-Men: Fênix Negra ganha primeiro trailer!


Saiu o primeiro trailer do filme “X-Men: Fênix Negra”, que apresenta os conflitos da personagem Jean Grey (Sophie Turner) desde a infância.

Em “Fênix Negra”, os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso e um deles é Jean Grey.

Junto ao trailer, a Fox Film divulgou um resumo do longa, que deve ser lançado em 14 de fevereiro de 2019, e não mais em novembro de 2018, como era o plano inicial.
“Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável”.
“Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia”, informou o comunicado.

Fonte: G1